domingo, 8 de novembro de 2009

SOBRE A PROVA

Caros, aqui evidentemente apenas uma declaração sobre o desenrolar de qualquer tipo de estudo. Por óbvio, a PROVA TESTEMUNHAL não é nem nunca foi desprezível. Ao contrário, faz parte de um CONJUNTO, que deve sempre ser cotejado (vez que a salutar e excelente última opinião se utilizou bastante de cacoetes jurídicos sempre bem vindos) para um julgamento. E aqui não se trata de o Ilustre e sábio colega, e eu, estarmos tentando bombardear o tópico com expressões comuns ao nosso meio. Na verdade, a prova testemunhal também não é nem nunca foi competente para julgar qualquer coisa. E, quando dizemos julgar, atrelamos o termo ao seu significado e à sua categoria ampla e correta, em se tratando de filosofia ou de silogismos. Julgar significa CONCLUIR. Obter de um conjunto de provas a aproximação mais possível da realidade. Portanto, as provas testemunhais, em ufologia e áreas similares, quando muito demonstram, impossível negar, a realidade de acontecimentos, de fatos, de fenômenos. Agora, quanto a concluir sobre eles, sempre que as testemunhas o fazem judicialmente tornam-se de imediato suspeitas. Para a ufologia, tal "suspeição" - pois a quem compete julgar é o estudioso, se tiver condições para tanto - apenas torna o fenômeno mais complicado para a análise. Porque, assim agindo, a testemunha pode muito bem ter deturpado, mudado, enfeitado, encapado, aquilo que realmente viu, com aquilo em que crê. E, de crenças, a ufologia e similares, por não serem nada acadêmicas, já estão cheias. Literalmente. É hora de se tentar equalizar ou equacionar as informações, se bem trabalhados os dados. Dados que vêm das testemunhas. Um recomeçar, estou ciente disto, ainda que possa estar errado aos olhos de terceiros. Enfim, se a própria ciência, para alguns, não tem condição de entender o fenômeno, que dirá de crermos que a falta de sistema e de método - a Testemunha assim age geralmente - ou seja, o partir para entendimentos subjetivos, místicos, esotéricos ou caracterizadamente crentes ao estilo religioso, poderá fazê-lo? Abraços.

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